D’Alessandro responde sobre um possível Gre-Nal pela Copa do Brasil

Após mais uma vitória do Inter sobre o Ituano, desta vez foi dois a um para o Colorado classificado, D’Alessandro foi questionado a respeito de um possível clássico na fase seguinte da competição.

Sim, porque no próximo dia 31 de agosto, às 11 da manhã, na sede da CBF, teremos um sorteio para definir datas e enfrentamentos válidos pelas quartas de final da Copa do Brasil.

No momento da entrevista do argentino, ele ainda não sabia do resultado final aqui de Porto Alegre entre Grêmio x Coritiba. Mas todos sabiam que dificilmente o Grêmio deixaria escapar a vaga.

Resultado final: Grêmio 3 x 1 Coritiba. Grêmio classificado. A pergunta para o capitão do Inter: quem sabe um clássico Gre-Nal agora até para apagar o recente cinco a zero pelo Brasileiro?

Respondeu D’Alessandro: “não tem que apagar nada. A história mostra a diferença. Nada disso precisa ser feito. O lado de cá, o lado vermelho, é bem mais rico nos últimos anos do que o lado de lá, não tem que apagar nada”.

E vocês o que pensam a respeito do que disse o camisa dez alvirrubro? E mais: seria uma boa para o nosso futebol um confronto agora entre Grêmio e Internacional?

Opinem.

Uma defesa de Luiz Felipe Scolari

O Renato Ely é um gremista fanático, mas muito observador e inteligente. Tem ideias interessantes e sabe bem colocá-las em forma de texto. Vejam o que ele me escreveu como uma espécie de defesa do hoje tão discutido Luiz Felipe Scolari:

“Vidarte, estou sem teu telefone. Queria te ligar, ontem. Ouvi na CBN os caras criticando o excesso de treinamento de bola parada, historicamente dado pelo Luiz Felipe.

Disseram que é uma grande bobagem. Mas não é besteira, não. Desde 1970, apenas falando de seleção, fomos desclassificados pela bola parada, à exceção das genialidades do Johan Cruijff, em 74, e Maradona, em 90.

Olha só meu querido jornalista esportivo: 1978, não perdemos. Em 1982, o último gol do Paolo Rossi, foi de escanteio. Em 1986, perdemos nos pênalties.

Em 1994, ganhamos nos pênaltis. Em 1998, foram dois escanteios contra a França, dois gols de cabeça do Zidane.

Em 2002, ganhamos, com o comando do velho que hoje dizem que está acabado. Em 2006, o gol foi do Henry, bola parada (meião do Roberto Carlos).

Em 2010, gol depois de um escanteio marcado por Sneijder. Por isso, o Felipão está muito mais do que certo em treinar bolas paradas.

Pense sobre isso. Ninguém falou a respeito,

Abraço.”