Imaginem a Copa sem “los hermanos”e os possíveis reflexos do futebol equatoriano

Imaginem a Copa sem “los hermanos”e os possíveis reflexos do futebol equatoriano

Copa do Mundo sem a presença dos chamados “Gigantes” do futebol mundial, perde um pouco de sua graça. Especialmente, para nós brasileiros, quando estamos na disputa contra a bicampeã do mundo, Argentina. Sou filho de uruguaio e desde pequeno aprendi o que é a rivalidade entre esses três países sul-americanos.

Imaginem o que será a Copa da Rússia sem Messi e companhia. Por isso, mesmo achando que as chances de classificação estão bem difíceis, estarei torcendo pelo sucesso do “los hermanos” em 2018, na última rodada da fase Eliminatória. E curiosamente a Argentina vai enfrentar a seleção do Equador (eliminada), na altitude de Quito.

Fico pensando, também, nas semifinais da Libertadores da América. O Grêmio jogará no próximo dia 25 de outubro, na cidade de Guayaquil, contra o Barcelona, que tem vários jogadores da seleção equatoriana. Pergunto: qual será o reflexo da eliminação do Equador junto aos jogadores do Barcelona? O Grêmio deverá ter mais dificuldades?

Opinem.

14 Replies to “Imaginem a Copa sem “los hermanos”e os possíveis reflexos do futebol equatoriano”

  1. Meu comentário não tem a ver com o tópico, mas urge remodelar os departamentos médico e físico do Grêmio.
    É inaceitável os vários erros cometidos nos últimos anos.

  2. Copa do mundo é uma Eurocopa com Brasil e Argentina. O resto é tudo coadjuvante. Vai ser uma Eurocopa apenas com o Brasil.

  3. Futebol é feito com organização, planejamento, dinheiro e competência.

    Caso se confirme a não ida da Argentina pra copa, os unicos culpados são os dirigentes da AFA, que apostaram em treinadores mediocres.

    Sampaoli é bom treinador, mas está longe do Bielsa.

    Por fim, Tite está pisoteando na imprensa brasileira que tinha orgasmo pedindo treinador estrangeiro. Alias, teve um reporter paulista que queria a naturalização do Pratto.

  4. A seleção Argentina está uma draga danada, muito pelo dirigentes, mas também nada dá certo. Sampaoli, reconhecido como um dos mais ofensivista da atualidade, parasse que pirou. Colocou um time com três volante, não convocou os mais experientes, pior colocou u m “bruxos” que não sei dá onde inventou, o centroavante do Boca fez meia duzia de gols nos times ruim e acha que vai resolver qualquer jogo. Messi pifou os cara no mínimo três vezes na cara do gol e os caras erraram, fica difícil

  5. Bom dia Vidarte, tudo na boa…
    Também sou descendente de Uruguaios, meu avô era, além de ser da Fronteira, Uruguaiana, e lá a rivalidade com os Hermanos é mais aflorada.
    Me lembro da Copa de 90 quando eles nos eliminaram com o gol do Caniggia, que a ponte que nos une chegou a ser fechada antes do jogo e reabriu no dia seguinte. E logo em seguida eles picharam um caralho gigante no meio da ponte com as cores da bandeira da Argentina e a seguinte frase, “Papa essa Brasil”, que era a vinheta da Globo para a copa, hehehehehehe…
    Depois nas eliminatórias da copa de 94 me recordo da derrota deles de 0x5 para a Colômbia em pleno monumental. Foi uma bateria de fogos na beira do rio Uruguai, muitos brasileiros foram até as margens soltar fogos para provocar os hermanos, hehehehehehe…
    Respeito muito o futebol argentino, principalmente os clubes, gosto do estilo que jogam, que nunca se acovardam, seja qual for o clube e aonde for o jogo. Acompanho o futebol deles há muitos anos, antes pela ATC agora pela Fox.
    Creio que eles serão eliminados na terça, a seleção deles é um arremedo de time, totalmente desconjuntada, sem um padrão e cada jogo com uma escalação diferente.
    Sampaoli pecou por inventar muito, não tinha tempo para isso. Ele deveria manter um esquema mais tradicional e tentar encaixar as melhores peças, mas tentou com 3 zagueiros, depois com dois zagueiros, mas meias fazendo alas, como o Acuña ontem, deixou jogadores importantes fora ou no banco, como o Dybala e convocou jogadores que não tem condições de jogar na seleção. Benedeto é bom jogador de clube, Gomez, Rigoni o próprio Acuña e o Gago, que não é nem sombra do jogador que foi, parece que fez para agradar os torcedores do Boca.
    Mas esta campanha pífia tem muitas causas. Uma seleção com jogadores como a Argentina estar em 6º entre 10 na América do Sul na última rodada não é consequência de apenas uma causa. A forte crise na AFA, o clima ruim entre jogadores, imprensa e público, a falta de convicção nos treinadores, estão no 3 técnico, cito como os principais fatores para o fracasso.
    Quanto a lamentar uma possível ausência deles na Copa, não lamento e não por secar eles, mas porque não foram merecedores dessa classificação.
    Argentina perdeu em casa do Equador e do Paraguai, empatou com Venezuela e Perú, além do Brasil. Sem contar uma campanha pífia fora de casa também, então nada a reclamar.
    Futebol não é mais apenas camisa, e isso comprovamos diariamente. Se não tiver um mínimo de organização, planejamento e tranquilidade para se trabalhar, não adianta ter o Messi ou o Cristiano Ronaldo, que não vai resolver.
    Que sirva de lição para outros países, como nós, que só não estamos na mesma graças ao Tite e sua comissão, extremamente profissionais. Pois CBF e suas federações são uma vergonha e precisamos fazer uma limpa o quanto antes para não sofrermos o mesmo.
    Abraço.

  6. O Problema da Argentina não ir à copa fica no colo dos organizadores do evento, que contam com muita grana dos patrocinadores do Messi. No más, não afetará ninguém mais. Mas só deixam de participar se ficarem em sexto lugar, na repescagem darão um jeito de entrar.

  7. Boa tarde !
    A Copa ficaria mais pobre tecnicamente sem a presença da Argentina .
    Uma pena !
    Mas que seria divertido , seria .

    Quanto a uma eventual ressaca dos jogadores equatorianos que atuaram na desclassificada seleção e que jogam no Barcelona ,não vai ter a menor importância no jogo contra o Grêmio .
    Vai ser uma pedreira desgraçada !
    Como dizia o grande filósofo Argelico das Termópilas :
    ” Uma coisa é uma coisa .Outra coisa é outra coisa .”

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