Mês: março 2017

Noveletto foi ou não decisivo nas conquistas do Internacional?

Noveletto foi ou não decisivo nas conquistas do Internacional?

As opiniões sobre futebol são variadas. Ainda mais, se levarmos em consideração a “grenalização” cada vez mais intensa entre as duas maiores instituições do Estado.
Mas existem alguns números, no mínimo, curiosos. Prestem a atenção no desempenho do atual presidente da FGF, Francisco Noveletto. Seria legal a opinião de todos vocês.
O Internacional conquistou com o comando do presidente Noveletto 10 campeonatos gaúchos. O Grêmio 3 (2006, 2007 e 2010). Antes disso, sem a presença de Noveletto, o Inter teve entre 1969 (inauguração do Beira-Rio) até 1984 (Inter Tetracampeão): Internacional 13 x 3 Grêmio (1977 1979 1980).
Opinem.

 

A vantagem gremista e o acordão em busca do efeito suspensivo

A vantagem gremista e o acordão em busca do efeito suspensivo

O técnico Renato Portaluppi tem razão quando afirma que o Campeonato Gaúcho vai começar, na verdade, a partir deste final de semana, quando iniciar as quartas de final.

Analisando o chaveamento da Dupla Gre-Nal, me parece que a tarefa gremista é muito semelhante com a do Inter. Os adversários dos dois são iguais, tecnicamente.

A diferença está, se o Grêmio chegar até as finais. O Tricolor terá vantagem numa relação com o Colorado por causa da presença das torcidas.

No seu caminho, a equipe da Arena terá o Veranópolis e o Novo Hamburgo pela frente,  que não costumam lotar os seus estádios e, portanto, a pressão exercida será menor.

O Internacional passando do Cruzeiro, que lota uma Kombi com a sua torcida, terá uma parada mais dura pelas semifinais. A serra sempre apresenta jogos de pressão.

Isso que a gente não está analisando a “vergonha” que foi o efeito suspensivo parcial concedido pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportivo) para o Internacional.

Os advogados do Inter proporcionaram um verdadeiro “acordão” com STJD, no Rio de Janeiro. E que o pior: não há tempo hábil para qualquer recurso pelo TJD/RS.

Opinem.

 

 

 

Não deu Gre-Nal, mas teremos Ca-Ju para compensar

Não deu Gre-Nal, mas teremos Ca-Ju para compensar

Grêmio e Internacional perderam. Ypiranga e Passo Fundo caíram. Novo Hamburgo terminou com a primeira colocação da fase classificatória. No próximo final de semana,  teremos o início da fase de quartas de final do campeonato gaúcho.

Os confrontos:

Novo Hamburgo x São José;

Cruzeiro x Internacional;

Caxias x Juventude;

Grêmio x Veranópolis.

Opinem.

As três únicas chances de Gre-Nal nas quartas de final

As três únicas chances de Gre-Nal nas quartas de final

Anotem as três possibilidades de dar GreNal na próxima fase do Campeonato Gaúcho:

1- Grêmio e Internacional têm que terminar a fase como estão hoje: Grê(3º) x Inter(6º);

2- Grêmio termina em 2ºlugar e Internacional acaba em sétimo na fase classificatória;

3- Grêmio fica na 4ª colocação e o Inter na 5ª posição na última rodada da atual fase.

*Se o Inter vencer o Cruzeiro, em Bento, eliminará as chances de GreNal, nas quartas.

*Pergunta: para quem é melhor um clássico logo na outra fase da competição?

*Não esqueçam os jogos paralelos me meio o Gauchão. Inter x Corínthians e Grêmio na Taça Libertadores da América.

Deus continua no comando

Deus continua no comando

Marcelo Medeiros e o comando político da gestão precisaram socorrer-se de Carvalho às pressas, antes do final do prazo de inscrição das chapas para a eleição da mesa do Conselhos Deliberativo e Fiscal.

Não tendo conseguido aglutinar os Movimentos Políticos que compõe sua Diretoria, Medeiros, estava prestes a perder o apoio do Povo do Clube – que já conversava com forças oposicionistas em busca de uma candidatura alternativa à Gestão.

Além deles, integrantes do Convergência Colorada (Movimento influente na Gestão Píffero e que hoje participa da Gestão Medeiros) também demonstrava insatisfação com as negociações, assim como outros grupos menores, de baixa expressão política.

Dentro de seu próprio Movimento Inter Grande (MIG), Medeiros enfrentava dificuldades para acomodar todos os desejos. Foi, então, que suas orações foram atendidas e Deus fez-se presente.

Mesmo afastado das questões políticas desde quando comandou o triste episódio do rebaixamento Colorado, Fernando Carvalho, ao ser chamado, impôs sua liderança e exigiu que as articulações seguissem a sua cartilha.

Trouxe de fora do MIG a única cartada que tinha para vencer: lançou Sergio Juchem, pai do vice-presidente Jurídico Gustavo Juchem, como candidato à Presidência do Conselho.

Do outro lado, liderados pelo I9 e Acorda Conselho, todas as forças não participantes da Gestão tentavam articular uma composição que pudesse enfrentar a força de Carvalho.

Roberto Siegmann era o candidato que lideraria a derrota da Situação e só não teve êxito em razão da abdicação do Povo do Clube em dar continuidade ao seu discurso de independência e fiscalização.

A Oposição viu suas esperanças ruírem diante da equivocada e pouco inteligente decisão do I9, de rechaçar por mera política, nomes oposicionistas de outros grupos, lançando uma candidatura apenas com integrantes de seu próprio Movimento.

Fernando Carvalho mais uma vez é o grande vencedor da política colorada. Mesmo passando por cima dos escudeiros do MIG consagra-se ao manipular as articulações da situação e da oposição para fazer prevalecer seus interesses.

Já no Conselho Fiscal, que pela primeira vez poderá eleger três componentes da chapa perdedora (dois titulares e um suplente), o jogo é outro, e passa totalmente pela votação das contas de 2016 da rebaixada gestão Píffero.

Com a ativa participação de Carvalho no derrotado futebol, o líder colorado deverá novamente ter forte influência para a aprovação das contas. O MIG deverá ser mais uma vez submetido ao constrangimento da imposição de seu presidente de honra.

Concomitante ao que acontece dentro do MIG, com a inscrição separada da mesa diretora, o Conselho Fiscal se transformou no grande objetivo daqueles que compunham a diretoria 15-16 e que não participam da atual administração.

Passou a ser importante aos rebaixados, incluírem dois integrantes no conselho fiscal mesmo que perdendo a eleição, para que o jogo político da aprovação de suas contas tenha um equilíbrio de forças.

Este jogo não terminou, permanece sendo jogado e o apito final será a reunião do Conselho Deliberativo que aprovará ou não as contas de Piffero.

Texto de Eduardo Moraes

Será que houve boicote no caso Kléber Gladiador?

Será que houve boicote no caso Kléber Gladiador?

Sobre o caso Kléber Gladiador, havia a tolerância de 30 dias para pagar. A prestação com vencimento em 20 de outubro poderia ser paga até 20 de novembro de 2016.

Mas como o dia 20 de novembro caiu num domingo, o clube gaúcho teria que quitar a prestação no dia 21 de novembro, uma segunda-feira. O Grêmio pagou um dia após.

Esse um dia de atraso, além do prazo de tolerância, ensejou a ação assinada pelos advogados do ex-atacante gremista.

Uma fonte informou o blog: “dá a impressão que estavam esperando qualquer atraso para entrar com a ação”.  O atacante obteve ganho de causa em ação na Justiça.

Kléber deve receber um acréscimo de 2 milhões e 800 mil reais. O Grêmio quer fazer um acordo que se aproxima de 1 milhão e 400 mil reais.

A menos que fique comprovada a má-fé no processo envolvendo Kléber, especialmente, intramuros na Arena do Grêmio. Tipo boicote para provocar o atraso.

Opinem.

Antônio Carlos está se definindo pelo 4 x 3 x 3, apesar das dificuldades

Antônio Carlos está se definindo pelo 4 x 3 x 3, apesar das dificuldades

POSTADO IMEDIATAMENTE APÓS A PARTIDA SÃO JOSÉ 1 X 2 INTERNACIONAL

A cada partida estamos convencidos de que o sistema de jogo preferido do técnico colorado é mesmo o 4 x 3 x 3. D’Alessandro é meia esquerda, como antigamente.

Exatamente do jeito que o blog tinha informado. Antônio Carlos Zago, antes, havia colocado três atacantes ofensivos: Carlos, Brenner e Nico. Time ficou faceiro.

Acontece que o fato de defender apenas com sete, sendo que um deles é D’Alessandro, deve ter feito o treinador repensar a sua estratégia inicial.

Neste domingo, o Inter iniciou com dois volantes, mais Dale e, ainda, Valdívia, Brenner e Roberson, atuando como dianteiros, mas tendo a obrigação de cercar o adversário.

Por isso, Nico López ficou no banco de reservas. Carlos não estava à disposição por causa de lesão. Mas a equipe, apesar da vitória, ainda precisa melhorar.

No segundo tempo, o São José somente não empatou porque o goleiro Danilo Fernandes fez duas ou três defesas salvadoras. Placar final 2 x 1.

Inter que chegou a estar vencendo por dois a zero, gols de Brenner e Roberson. Ânderson descontou para o Zequinha, que teve um pênalti não marcado.

Opinem.

 

 

Grêmio, de Renato, goleia o Juventude e os Catedráticos

Grêmio, de Renato, goleia o Juventude e os Catedráticos

Um assunto interessante para os catedráticos, estudiosos e pós-graduados em futebol. Especialmente, para os caras que acham uma explicação para cada situação pensada.

Aliás, alguns pensam que inventaram a bola. Menos mal que o Renato Portaluppi tem lidado com muita naturalidade com as circunstâncias de parte dos críticos.

Walace, Douglas, Grohe, Bolaños, Geromel, Maicon, Edílson, Pedro Rocha, Lucas Barrios são apenas alguns dos nomes que desfalcaram o time, antes do Juventude.

Neste sábado, foi um banho de bola, fundamentalmente, no primeiro tempo. Em 30 minutos a equipe gremista estava fazendo três a zero. Placar final 4 x 0.

Mas há um assunto a ser abordado e pouco comentado e debatido. A falta de “treinabilidade” do Grêmio. O Grêmio, por um motivo ou outro, treina pouco, escrevi.

E se a gente pensar melhor, desde os tempos do segundo semestre passado, depois de Roger Machado, o Grêmio praticamente apenas jogou e fez estratégia.

Mas o blog não concorda com quem diz que Renato somente deu sequência ao trabalho do anterior treinador. Esquecem do comando e da gestão de grupo.

13.340 foi público final na Arena. 11.445 foi o número de pagantes. Grêmio está encaminhado para a classificação entre os quatro primeiros classificados.

 

A falta de treinabilidade do Grêmio

A falta de treinabilidade do Grêmio

Erramos e já informamos há alguns dias de que o nome do novo diretor executivo gremista não seria mais Felipe Ximenes, por causa de suas “pretensões salariais”.

Quem assumiu o cargo, na verdade, foi André Zanotta, que era o segundo nome na preferência da direção gremista. Portanto, não houve vestibular, mas, sim, definição.

Zanotta trabalhou no Santos e no Sport Recife, clube do qual se desligou no final da temporada passada. A direção nega que Renato Portaluppi tenha influenciado. Será?

Sobre o time e o apenas regular desempenho apresentado até agora na temporada, há que se considerar o número excessivo de lesões e a falta de entrosamento.

Renato repetiu poucas vezes a mesma equipe. Inegavelmente a formação mudou muito, desde a conquista do pentacampeonato da Copa do Brasil.

Walace, Douglas, Grohe, Bolaños, Geromel, Maicon, Edílson, Pedro Rocha, Lucas Barrios são apenas alguns dos nomes que desfalcaram a equipe tricolor.

Mas há um assunto a ser abordado e pouco comentado e debatido. A falta de “treinabilidade” dos jogadores. O Grêmio por um motivo ou outro, treina pouco.

Opinem.

Inter pode se consolar ou comemorar pela conquista da Recopa?

Inter pode se consolar ou comemorar pela conquista da Recopa?

Tive dificuldades para acompanhar o empate do Internacional em 1 x 1 diante do Ypiranga, pela  antepenúltima rodada do campeonato gaúcho, na fase classificatória.

É que a gente estava gravando e trabalhando na partida do Novo Hamburgo com o Grêmio, também, empatada pelo placar de 1 x 1, no estádio do Vale.

Por isso, liguei para algumas “velhas” fontes. Profissionais que trabalham com futebol e que me contaram os detalhes mais expressivos do confronto colorado.

Foram duas ligações para treinadores do mercado. Todos não entenderam a escalação de Victor Cuesta, como lateral esquerdo. Ambos viram dificuldades na atuação.

Um dos técnicos ouvidos pelo blog, fez uma crítica pontual sobre o desempenho de Léo Ortiz, como zagueiro pelo lado direito da equipe de Antônio Carlos.

“Léo Ortiz é um zagueiro técnico. Mas falta, especialmente, “tempo de bola”, além de ser lento e com problemas de antecipação na defesa do Internacional”.

Teve gente que classificou a atuação da equipe, como uma das piores vividas no ano passado. O Colorado ficou numa situação desconfortável, apesar do Bi da Recopa.

Foi apenas um consolo justificável a Recopa ou Inter deve comemorar, após a 4ªfeira?