A história dos 3 volantes com Roger Machado

Os 3 volantes nunca foram desprezados na história do técnico Roger Machado. Desde os tempos de auxiliar, o ex-lateral esquerdo se utilizava do esquema de meio campo.

O Grêmio já foi vice-campeão brasileiro, em 2013, com Renato Portaluppi, quando o Grêmio montou a equipe com Riveros, Souza e Ramiro. Mais: Kléber, Barcos e Vargas.

Antes, Luxemburgo, em 2012, foi terceiro colocado com uma escalação de volantes na meia cancha. Lembram de Fernando, Souza e Léo Gago?

Marco Antônio fazia o papel de Douglas e, na frente, atuavam Marcelo Moreno e Kléber. Se quiserem podemos lembrar do tempo do Celso Roth, também, em 2011.

Escapou do rebaixamento com Roth e Roger, de auxiliar técnico. Foi 13º colocado, reagindo no certame com um tripé formado por Fernando, Adílson e Rochemback.

Portanto, nenhuma novidade sobre os 3 volantes. São apenas histórias verídicas e que o competente treinador tricolor está sabendo recuperar para o bem geral da nação.

Opinem.

 

 

Grêmio arranca com vitória na Copa do Brasil

Roger Machado convenceu, com a vitória desta quarta-feira, quase todos os críticos que estavam desconfiados com o novo esquema tático do Grêmio.

A turma estava desacreditada com a questão dos 3 volantes, Walace, Jaílson e Ramiro. Mas esqueceu dos treinamentos e da vocação do treinador por um time de intensidade.

No primeiro tempo, o Furacão não conquistou uma conclusão sequer contra o gol gremista. Na etapa complementar, me lembro apenas de uma cabeçada de André Lima.

O Grêmio pode até ter perdido um pouco a condição da posse de bola, mas jamais deixou de controlar a partida. Por isso, o placar de um a zero me pareceu justo.

Kannemann fez uma boa estreia, apesar da fragilidade ofensiva dos paranaenses. Wallace, Edílson, Ramiro, Luan e Douglas fizeram boas apresentações.

Bolaños foi o autor do gol gremista, depois de um jogadaço de calcanhar de Douglas, mas foi uma atuação discreta do equatoriano.

Os números fora de casa, levando-se também em consideração os jogos do Brasileirão de 2016, demonstraram uma melhora, com a vitória de um a zero sobre o Atlético PR.

Fora de casa foram duas vitórias pelo Brasileiro(apenas uma fora do RS): 3×0 Atlético/MG e 1×0 Internacional;

4 empates: 0x0 Corinthians, 1×1 Fluminense, 3×3 Chapecoense e 0x0 América/MG;

4 derrotas: 3×4 Palmeiras, 0x2 Atlético/PR, 2×4 Sport e 1×2 Flamengo.

O Grêmio que não vencia fora do Estado há sete jogos. No Brasileiro, segue com um aproveitamento de apenas 33,33% longe da Arena.

Inter é absolvido e não sofrerá perda de mando de campo no Beira-Rio

A derrota para o Corinthians no Beira-Rio poderia ter ocasionado um prejuízo ainda maior para o Internacional, no primeiro turno do Campeonato Brasileiro.

Além dos problemas ocasionados pela revolta da torcida, o clube evitou uma pena prevista de até dez jogos de perda de mando de campo, após julgamento, nesta terça.

O tribunal  absolveu por unanimidade e o clube gaúcho poderá continuar mandando os jogos na casa colorada, apesar das invasões, quebras de vidro e o uso de bombas de efeito moral.

Atlético Paranaense x Grêmio

1º) Histórico do Grêmio na Copa do Brasil:
Campeão: 1989 1994 1997 2001
Vice: 1991 1993 1995
Semifinal: 1996 2010 2012 2013
Quartas: 1992 2004 2015
Oitavas: 1990 1998 1999  2005 2014
2ª Fase: 2000 2006 2008
Disputou somente a Libertadores: 2002 2003 2007 2009 2011

2º) Grêmio x Atlético/PR (Confrontos Eliminatórios):
*Taça Brasil 1959 (1ª Fase):
13/09 – Olímpico – Grêmio 1×0 – Juarez
27/09 – Vila Capanema – Grêmio 1×0 – Gessy

*Copa do Brasil 1996 (Oitavas):
26/03 – Joaquim Américo – 1×1 – Carlos Miguel
19/04 – Olímpico – Grêmio 3×0 – Adílson (3 – todos de pênalti)

*Copa Sul-Minas (Semifinal):
20/04 – Olímpico – Atlético 5×1 – Rodrigo Fabri
27/04 – Arena da Baixada – 1×1 – Rodrigo Mendes

*Copa do Brasil 2013 (Semifinal):
30/10 – Vila Capanema – Atlético/PR 1×0
06/11 – Arena – 0x0

3º)  ARENA DA BAIXADA (inaugurada em 1999): 12 confrontos, com 2 vitórias do Grêmio (3×2 em 2006 e 1×0 em 2011), 4 vitórias do Atlético (2×0 em 2001, 2003, 2007 e 2016) e 6 empates. 

Daison Sant’Anna